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Edição 176 - Setembro/20

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Por que a empatia é fundamental
para contermos a epidemia

 

 

Não é exagero. Não é alarmismo. O coronavírus veio para ficar. Enquanto não houver vacinas, por sua elevada transmissibilidade, ou seja, por ele “pegar” facilmente, ou nos isolamos ao máximo agora, tomamos as medidas higiênicas básicas de lavar as mãos e não as levar ao rosto e usamos máscara sempre ou vai demorar muito para podermos voltar a uma rotina minimamente parecida com a que tínhamos.

Já faz mais de dois meses que foi determinado que devemos ficar em casa, sem beijar ou abraçar ninguém. Nem mesmo nossos parentes. Também não devemos ficar a menos de 1,5 metro de distância das pessoas, nem promover agrupamento de pessoas, mesmo que achemos que estão descontaminadas. Não tem como saber, por várias razões que já foram bastante explicadas. Quem não entende, que pelo menos, acate. Devemos fazer isso pelo bem coletivo. Colocar a comunidade em primeiro lugar. Entender que um sistema de saúde que fique lotado de doentes vai acabar provocando mortes que podem ser evitadas. Ao pensar nos outros em primeiro lugar, temos finalmente a prática da empatia.

É a empatia também que nos convence a usar máscaras o tempo todo em que estivermos fora de casa. E também quando morarmos com muitas pessoas no mesmo lugar. Já foi explicado que quando a pessoa tem o vírus, usar máscara diminui o risco de passar para outras pessoas. Ou seja, eu preciso pensar que posso estar contaminando o outro, mesmo sem nenhum sintoma da doença. Quando a atitude é em função do outro e não de nós mesmos, estamos tendo empatia.

Muita gente está achando que sabe mais do que médicos e cientistas. Acredita que por não ter nenhum sintoma, não representa nenhum perigo para os outros. Isso não é verdade. Isso é apenas uma forma egoísta de tentarmos manter hábitos que no momento precisam ser deixados de lado. Não podemos fazer reuniões de amigos, nem de pequenos grupos. Não devemos promover almoços ou churrascos. Ninguém consegue controlar o contato em situações como essas. Vale lembrar que a doença pode demorar 14 dias para se manifestar. E que muitos a transmitem sem apresentar sintomas. Por isso faz-se isolamento social.

O convívio com pessoas de fora da família só deve ocorrer em caso de necessidade. Quem traba-lha em supermercados, farmácias, com saúde e em outras empresas on-de a produção não pode parar, como o setor de alimentos, por exemplo. Fora isso, devemos pensar em todos e deixar de lado nossos hábitos e vaidades que podem ficar para depois.

Diante da resistência das pessoas, inclusive muitas que podem perfeitamente fazer o isolamento social sem prejuízos financeiros, a empatia está sendo obrigatória. O uso de máscaras, que poderia perfeitamente ser espontâneo, agora é regra. Quem não usar quando sair às ruas, pode ser multado e até mesmo preso. O mesmo pode acontecer com o isolamento, que tem ajudado a evitar uma situação desumana no atendimento dos hospitais, mas está aquém do necessário, como mostram os dados oficiais. Não se trata de praticar uma “ditadura” como insistem os que preferem viver na mais pura ignorância. Trata-se de garantir o cumprimento mínimo de uma conduta cidadã.

Ninguém precisa ir à academia ou ao salão de beleza. Muito menos aos cultos religiosos. Basta um pouco de clareza para isso. As academias podem promover aulas on line e cobrar suas mensalidades normalmente sem colocar as pessoas em risco. Não é porque temos um presidente que contraria todas as normas mundiais de saúde, lançando mão decretos autorizando essas práticas que se deve sair correndo realizá-las. É a sua saúde, a de seus familiares, dos funcionários dessas empresas e de todos os que vocês têm algum contato que é colocada em risco.

Vale destacar que muitos desse hábitos que nos estão sendo impostos pelos órgãos públicos, que têm o dever de cuidar de nossa saúde, vieram para ficar. Lavar as mãos sempre nos foi ensinado. Mas acabamos tocando em tudo ao nosso redor sem cuidar de esterilizar nossas mãos. Água e sabão em casa, álcool gel na bolsa, tudo deve ser esterilizado. O mesmo vale para bolsas, sapatos e outros acessórios que colocamos no chão, em mesas e outros locais onde todo mundo toca. Limpá-los com mistura de água com água sanitária é algo a ser feito sempre, não apenas agora. A mistura é simples:1 colher de sopa de água sanitária para cada litro de água. O mesmo se aplica aos alimentos que trazemos do mercado. Não devemos guardar sem limpar. 

Nem agora, nem nunca.

O uso de máscaras vai durar muito tempo. Portanto, em vez de reclamar, usar errado, colocar a mão na área do nariz e da boca, faça uma bela coleção. Atenção às 2 ou 3 camadas de tecido, à higienização adequada e à troca a cada duas horas. Se você adora consumir, tenha uma para cada ocasião. E se precisa de uma renda extra, pode produzi-las em escala e vendê-las. É o melhor remédio!

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