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Edição 176 - Setembro/20

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Ter um pai presente faz toda a diferença na vida

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Dia dos Pais. Como não parar para uma reflexão a respeito desse figura que ao mesmo tempo que nos traz segurança nos assusta por sua autoridade?

A maior herança que trago de meu pai, entre tantos ensinamentos, foi a do aconchego e da doação. Ele nunca me negou seu colo, nem seu abraço e muito menos seu tempo de leitura. Também se desdobrava para garantir que suas filhas tivessem uma vida confortável e segura. Era um protetor nato que, mais do que tudo, nos ensinou a ter fé e amor a Deus.

Mas, e os outros pais? Lancei essa pergunta numa rede social e recebi o depoimento emocionante de uma filha entusiasmada com a ideia de homenagear seu pai.

Nayra Corrêa de Moraes Passos, tem 41 anos. Casada, é mãe de dois meninos. E se debulhou em amor para falar de seu pai, que a criou sozinho. “Se eu fosse escritora, faria um livro da história do meu pai com seus filhos”, define Nayra. Ela nos conta que o pai, Valdemar Corrêa de Moraes, ficou ficou viúvo aos 43 anos, com três filhos para criar. “Minha irmã Regina tinha 11 anos, o Márcio 9 e eu apenas 7 anos. Quando Deus levou minha mãe, meu pai sentou e conversou com a gente. Ele prometeu cuidar de nós em primeiro lugar e nunca colocar outra pessoa no lugar da nossa mãe”, conta Nayra. Segundo ela, a promessa foi cumprida. “Posso dizer com muito orgulho que ele é um pai exemplar”, atesta a filha caçula de Valdemar. “Hoje sou mãe de dois meninos e posso imaginar o quanto foi árduo para meu pai criar nós três sozinho, com muita honestidade e sem reclamar. Andou de carro velho mesmo tendo condições para nos permitir estudar da melhor forma e até hoje nos ajuda. Um pai que não sabia fritar um ovo e por causa do destino hoje cozinha como um chef de cozinha, um pai que defende seus filhos, quando estão com razão, como se fosse uma onça. Meu sonho é um dia conseguir ter a sua força. Eu o amo muito e sou muito grata por tudo que fez por nós”, declara Nayra.

A santa-cruzense que reside em Londrina, conta que sempre sonhou se casar com alguém que fosse um pai tão presente quanto o seu. E aconteceu”, diz, referindo-se ao marido Reginaldo. “O Dado é aquele pai que dá banho, troca fraldas, passa a noite em claro esperando a febre baixar, levanta de madrugada para fazer mamadeira, dá colo, dá carinho, brinca muito, educa, faz tarefas, dá broncas se for preciso for… tudo que meu pai sempre fez por nós”, conta Nayra. “Infelizmente muitos pais não fazem nada disso. Mas Deus me presenteou com essa oportunidade de mais uma vez ter um belo exemplo de pai na minha vida”, conclui.

O afeto de Nayra pelo pai pode ser visto em sua rede social, repleta de fotos dele com sua família. Aí estão algumas delas.

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