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Edição 181 - Fevereiro/21

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Aprenda a conviver com o vírus enquanto não temos vacina

Locução: Flavia Simões Gonçalves

A resposta é SIM. É perfeitamente possível conviver com um vírus que se prolifera sem dó nem piedade enquanto aguardamos a vacinação segura em toda a população. Isso é muito importante, aliás. Afinal, já vivemos uma segunda onda de contaminação em todo o mundo e há indícios de variantes do Coronavírus por aí, deixando povos alarmados e minando a esperança de podermos voltar a ir e vir tranquilos, abraçando e beijando nossos entes queridos, entrando e saindo dos lugares sem nos preocuparmos em esterilizar mãos, bolsas e sapatos.

Em boca tapada, não entra vírus – Para conviver em paz com o vírus é preciso, no entanto, assumir algumas práticas que muitos teimam em evitar, como se elas fossem difíceis e incômodas. Na real, não são. Usar máscara é uma delas. Não há nenhum problema em usar máscara da maneira correta e não com o nariz pra fora ou como se fosse um babador, o que parece, com o perdão da palavra, nojento. Você olha aquele pano no pescoço da pessoa, imagina aquilo, suado, voltando a cobrir a boca e o nariz… Não dá!

Há máscaras de todo tipo, elásticos e formas de prender. Todo mundo pode achar a que mais lhe convém. A que menos incomoda. Não precisa tirar pra fa-lar. Nem para fazer esforço físi-co. É um alívio quando você usa corretamente e vê que todos es-tão usando direito. Fica muito mais tranquilo ir e vir aos lugares, como  bancos, supermercados e até mesmo restaurantes, que junto com academias é considerado o local mais fácil de pegar a doença, conforme estudos realizados nos Estados Uni-dos. Agora, só você usando máscara, com metade das pessoas sem usar outras tantas com a dita cuja pendurada no pescoço, lá se foi seu bem estar, sua segurança.

Juntos e separados – Após cerca de 10 meses de isolamento, já deu para entender, também, que não dá pra deixar de tomar as medidas básicas de higiene. Ao sentar à mesa de um restaurante, por exemplo, tem que limpar as mãos antes de ir à mesa e não levá-las à boca ou aos olhos e nariz enquanto nos servimos. Ah, e o local deve ser realmente ventilado, ter mesas grandes e promover um distanciamento razoável para que você possa se reunir com amigos e familiares. É arriscado? É. É algo novo? Sim! Mas qual o problema de se adaptar ao novo? Um vidro de spray de álcool misturado à água e tudo fica mais descontraído. Tocou alguém sem querer? Pôs a mão no nariz? Uma espirrada, um guardanapo e está tudo certo. Precisou ir ao banheiro? Use o spray e limpe tudo, antes e depois.

Natal e Ano Novo – Dados mundiais e nacionais indicam que temos que redobrar os cuidados nas festas de final de ano. No início de novembro, chegamos ao ápice de 11 mil mortes por dia no planeta, índice  superior aos períodos de mais alto pico da doença que já contaminou mais de 55 milhões de pessoas. No Brasil, já passamos de 164 mil óbitos (até 16/11), algo que corresponde a cerca de 4 vezes o total de habitantes de uma cidade como Santa Cruz, por exemplo.

Mesmo diante de fatos dessa trágica realidade, muitas pessoas supostamente esclarecidas têm se revelado arredias às práticas de isolamento e uso de máscaras da maneira correta, teimando em promover festas, inclusive em salões de igrejas, e se reunindo em ambientes fechados, com o ar condicionado ligado. Prepare-se. Teremos um novo aumento de casos. E não se trata apenas da potência do Coronavírus e da Covid-19. Trata-se da falta de educação de grande parte das pessoas. Evite ser uma delas. Afinal, 2021 vem aí, não perca!