Um jornal de boas notícias.

Resolvemos subverter a essência do jornalismo tradicional que aponta os erros da nossa sociedade, criando um periódico que trouxesse sempre boas notícias sem perder o senso crítico, essencial a qualquer veículo que se preze.

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Edição 182 - Março/21

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Nossos 15 anos

Vamos procurar um lugar 360?

Era o que eu costumava propor aos meus sobrinhos que nasceram e cresceram em Santa Cruz e região.  A ideia consistia em colocar os dedos em volta do olho, qual luneta, e girar em torno de si, checando se tudo era belo. Se fosse,  ali estava um lugar 360.

Essa história ilustra a missão do jornal 360. Mostrar aos moradores do interior as virtudes do lugar onde vivem. Sem dúvida, este deveria ser o nome do jornal. E faz todo sentido. Não importa se você olha ao longe ou aqui perto. Você pode ver tudo e todos de onde estiver, basta girar em torno, sem sair de onde se vive!

Dezembro de 2005.

Consegui colocar em prática um conceito inédito de jornalismo, onde a denúncia, o questionamento e a crítica, inerentes dessa atividade, deveriam ser apresentados sob a forma de uma boa notícia.

Foi uma ideia não apenas inovadora, mas de alguma maneira subversiva. Afinal, todo mundo conhece o jargão que diz que notícia ruim é a que vende de jornal.  Não haveria esse risco para o 360, pois ele também nasceu com a missão de ser acessível a todos. Daí sua distribuição gratuita.

Um marco na história do jornalismo, o 360 é também convicto do público que deseja informar: pessoas que vivem em pequenas cidades do interior. Assim, qualquer notícia, viesse de onde fosse, deveria trazer práticas possíveis de ser implantadas numa pequena urbe.

A ideia, afinal, era trazer para o cenário local, diminuto que fosse, o universo. Nasceu ali e visão “glocalizada”, como batizou minha amiga e consultora no desenvolvimento do projeto, Patricia “Pattu” Podboi Adachi. Além dela, o 360 se tornou possível graças ao trabalho e a parceria de Marco “Brother” Boaventura, a quem serei sempre grata.

Mais pessoas me ajudaram e ajudam de lá até agora. Entre elas, minha musa e maior incentivadora: Odette “mãe” Rocha Manfrin, e nossos colaboradores voluntários, os colunistas José Mário Rocha de Andrade e Fernanda Lira,  o artista plástico e ilustrador Sabato Visconti e o colaborador nato André Andrade Santos.

Para ilustrar este espaço comemorativo, escolhi fotos e capas que expressam nosso brilho do olhar e traduzem nossos valores: honestidade, desenvolvimento sustentável e amor. Ou seja, tudo que está inserido naquilo que nos envolve e inspira: a natureza!

Flávia Rocha Manfrin | editora  360

Santa Cruz, coração 360

Quis fazer um jornal pra minha gente. Para a minha cidade. Para o lugar para onde sempre voltava quando tinha tempo livre e por onde eu juntava tempo para voltar trabalhando dias, noites, madrugadas. Meu céu azul-lápis de cor,  ciano 360. Terra vermelho urucum, repleta de verdes reluzentes.

Areia Alta, Areia Baixa. Lugar 360  

O “Caminho das Areias”me foi apresentado por Ique Tucunduva, um pirajuense-paulistano que, como tantos da incrível Piraju, acolheu meu espírito de aventura, interesse por conhecimento e determinação em reportar no jornal a região em torno de minha cidade nas páginas do novo jornal. Ali encontrei minha visão de paraíso e fiz amizades das mais felizes com Maria, Geralda e Zé Pereira e toda a gente que esses novos e grandes amigos me apresentaram a cada visita.

Por sua razão de ser, o 360  só faria sentido se fosse distribuído regionalmente. Em quanto mais pequenas cidades circulasse, mais cumpriria sua missão. Assim, aportamos, logo no primeiro mês, em Piraju, Ipaussu, Chavantes, São Pedro do Turvo, Espírito Santo do Turvo, Ourinhos, Bernardino de Campos, Óleo, Manduri, Cerqueira César, Avaré, Timburi e, por causa de seu encanto, Fartura. Depois agregamos Canitar e, com o apoio de um de nossos anunciantes, a Frutap, passarmos circular também em Assis, Cândido Mota, Palmital e Ibirarema, mais ao lado do Paraná, e também Botucatu, Areiópolis e São Manuel, a caminho para a capital. Recentemente, incluímos também Pardinho, cidade onde nasce o Rio Pardo. 

Também já circulamos por períodos longos em Agudos, Lins e Tatuí, quando amigos que lá residiam se propuseram a receber os exemplares e distribuí-los em locais estratégicos. Sempre gratuitamente.

 

A capilaridade do 360 se amplia através de versões on line e de três importantes pontos rodoviários de lato padrão e circulação de pessoas: a rede RodoServ e RodoStar, na Rodovia Castello Branco, e o Graal Estação Kafé, na rodovia Engenheiro João Baptista Cabral Rennó, icônico posto de abastecimento e alimentação onde existe uma réplica da estação de trem de Santa Cruz do Rio Pardo a abrigar um museu do café.

Nossos patrocinadores

Um jornal depende substancialmente da publicidade para sobreviver. Para garantir sua independência editorial. Ainda mais quando é distribuído gratuitamente.

 

Por razões que não precisam ser aqui apresentadas, o 360 se dedica muito pouco a alcançar resultados comerciais. O mais importante é que ele circule todos os meses. Livre, independente e seguindo o Código de Ética do jornalismo. Isso é possível graças ao apoio incondicional de algumas poucas e incríveis empresas. Que nunca nos deixaram na mão. Que nunca nos pediram absolutamente na-da em troca. Nem uma foto. Nem uma matéria, uma nota. Nada. Parabéns Special Dog, Guacira Alimentos, São João Alimentos, Frutap, ACE-Santa Cruz, Nantes Advogados. A longevidade do 360 é também mérito de seu apoio. Obrigada!

 

Nossos leitores

Ninguém é tão importante para o 360 quanto o leitor. Quanto o morador da pequena cidade. As pessoas que vivem no interior inspiraram o projeto do primeiro jornal de boas notícias de que se ouviu falar no país. É para o leitor que todos os meses procuramos trazer novidades que possam lhe ser úteis. Notícias que possam lhe inspirar e artigos que contribuam para que sua visão de mundo, seu dia-a-dia e suas perspectivas possam ser cada vez melhores e mais capazes de serem felizes e de praticarem o bem comum.

 

 

A ecologia, a cidadania, a importância da cultura, da honestidade, da ousadia, do trabalho, da criatividade estão impressos nas 179 edições que já produzimos e serão a tônica do que virá. Essa é a nossa retribuição a cada palavra, linha, texto lidos todos os meses.

Nossos colaboradores

 

Ninguém poderia representar melhor nossa estimada equipe de colaboradores do que Paola. Da mascote que estampou nossa primeira edição num editorial de moda e interpretou com sua fotos dezenas de assuntos das nossas edições mensais, ela passou de repórter mirim e, atualmente, é editora da nossa agenda on line.

Nosso mascote

O Pingo nasceu para atender a uma demanda de um patrocinador que, ao ser convidado a nos apoiar, disse que apoiaria uma iniciativa voltada às crianças. Assim, por causa da Frutap, foi criada a seção meninada do 360. Para ilustrá-la, convidamos um de nossos colunistas, que aceitou escrever para crianças e criou o Pingo, nosso mascote. Depois de passar pelas mãos de alguns ilustradores, Pingo ganhou o traço inconfundível do artista plástico Sabato Visconti.

Nosso prêmio

Em 2015, com 10 anos de circulação, fomos premiados com o trofeu Imprensa do Bem, concedido pela ONG Sorriso do Bem, dirigida por Fábio Bibancos. Dividimos a honraria com o jornal Folha de São Paulo, por sua ação editorial com empreendedores sociais.

Nossas causas

É impossível fazer jornalismo sem crítica. Por mais construtiva ela seja, por melhores sejam as notícias, a premissa básica de informar é a crítica. Quem critica necessariamente precisa ter também conhecimento. Histórico e contemporâneo. É preciso acompanhar a realidade entendendo  como chegamos a ela.

 

Conhecer e acompanhar cotidianamente a realidade nos torna intensos. Quer no ceticismo, quer no cinismo, o patrulha-mento ou no ativismo.  Nós nos expressa-mos agindo. E muuuuuuito.

Desde 2012, além de acompanhar editorialmente a problemática que envolve a preservação dos rios Pardo e Paranapanema, as principais riquezas naturais da região onde circulamos, assumimos a articulação do Movimento pelo Rio Pardo Vivo, muito presente em nossas edições, inclusive.

 

 

No campo social, também temos uma ação efetiva chamada Vaquinha do Alimento. Um programa de inclusão alimentar criado em novembro de 2018 que  hoje atende mais de 280 crianças de 4 a 16 anos com itens de merenda aos quais eles não tiham acesso regularmente.