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Edição 182 - Março/21

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Chocolates que promovem a prática da fraternidade

Ovos de diversos sabores, recheios e chocolates em formatos criativos, embalados com cores que nos lembram a alegria da ressurreição, maior sentido da Páscoa*

Como acontece todos os anos, a Chocolataria Frei Chico trabalha intensamente para produzir ovos de Páscoa e outros produtos de chocolate para gerar renda e sustento para o atendimento a duas centenas de crianças e adolescentes de Santa Cruz do Rio Pardo. O trabalho segue no mesmo ritmo dos últimos 30 anos, envolvendo voluntários que se prontificam a ajudar na preparação e embalagem dos chocolates, conhecidos por seu sabor bastante diferenciado. A diferença reside apenas nas expectativas de vendas, um tanto mais incertas, após quase um ano das mudanças provocadas pela epidemia. “Os preparativos para Páscoa estão a todo vapor. A diretoria e os voluntários desejam fazer deste momento de fé e esperança na ressurreição, uma grande promoção para o Centro Social São José e Casa da Criança Adelina Aloe”, afirma Mônica Brandini, diretora da creche que está se preparando para a reabertura, quando deverá atender a cerca de 180 crianças e adolescentes de 6 a 14 anos. “Estamos sempre nos informando e organizando para reabrir quando nos for indicado pela Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social. A data estamos aguardando”, informa.

A expectativa da Chocolataria, no momento, concentra-se nas encomendas de ovos e chocolates decorados em formas diversas, como corações, cachos de uva, pirulitos e uma variada coleção de bombons recheados. Tudo é feito de maneira artesanal, resultando em embalagens bem montadas, como é de se esperar depois de tantos anos de atividade. Com a renda revertida para as duas entidades – a creche programada para receber até 180 crianças em horários opostos ao escolar, para que seus pais possam trabalhar com segurança, onde são oferecidas alimentação e atividades extra-curriculares, e a casa de acolhimento, que abriga mais de 20 internos –, a entidade aguarda também a tradicional doação de barras de chocolate da marca Garoto e de leite condensado. “Seria providencial se algumas pessoas ou empresas pudessem ajudar”, destaca Mônica.

A doação desses ingredientes atenuaria as limitações de compra da entidade após quase um ano tendo que driblar as dificuldades comerciais impostas pela epidemia que obrigou a equipe a encontrar novas formas de ajudar as crianças enquanto a creche permanece fechada. “Nesse longo período, o Centro Social São José prestou atendimento às famílias mais carentes, com a distribuição de alimentos que tinha em estoque no início da epidemia e repassando para a comunidade as doações que fomos recebendo. Fizemos uma parceria com o SESI que garantiu a entrega de 240 marmitas às famílias mais carentes da área de abrangência da entidade por três meses e mantivemos o auxílio alimentar às famílias que necessitavam, que foram atendidas, às terças e sextas, como parte da Missão Caritativa do Centro Social São José, fundado pelo saudoso Frei Chico”, diz Monica, referindo-se ao padre dominicano Francisco Pessuto, criador da grande obra assistencial da cidade. “Quanto ao atendimento das crianças, foi mantido um sistema online, inicialmente por quatro horas, e logo em seguida, de oito horas , com o envio de atividades para realizarem em casa com o apoio da família, de forma remota”, conta Mônica, garantindo que mesmo que de portas fechadas, a entidade não parou de prestar amparo às crianças e seus familiares.

Com divulgação de seus produtos e preços nas redes sociais, a Chocolataria Frei Chico aguarda encomendas e está aberta à visitação, seguindo os protocolos de prevenção ao Covid-19.

Chocolataria Frei Chico

Atendimento: 2ª a 6ª, das 7h30 às 17h e das 19h30 às 21h e aos sábados das 8h às 17h. Fone: 14 3373.2244