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Edição 183 - Abril/21

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Excesso de Tela

José Mário Rocha de Andrade – médico santa-cruzense radicado em Campinas

Na década de 1950, a televisão já existia e foi exatamente nesse ano que a TV Tupi se tornou o primeiro canal de TV no Brasil. Qual foi o dano, a lesão, o problema que a televisão causou aos olhos das pessoas nesses mais de 70 anos de existência? A resposta é: nenhum.

Em 1976 eu viajava para São Luís – MA lendo a revista de bordo da VASP, companhia aérea que faliu em 2008. “No futuro, os computadores serão tão pequenos que as pessoas poderão tê-los em casa”, lia eu, entusiasmado, imaginado um futuro distante. Seis anos antes, na Faculdade de Medicina da UNICAMP, havia feito um curso de FORTRAN, linguagem de computação que exigia cartões perfurados para o enorme computador ler.

O primeiro PC (Computador Pessoal) foi lançado pela IBM em 1981, o IBM 5150 que, em agosto, completa 40 anos. Cinco anos antes, a Apple havia lançado o Apple I. Em 1994, a Revista Times estampava em sua capa em letras garrafais: “Internet, ela irá revolucionar o mundo”.

Qual foi o dano, a lesão, o problema que os computadores causaram aos olhos das pessoas nesses quase 40 anos de existência? Nenhum. Apenas desconfortos passageiros.

O primeiro smartphone, como o conhecemos hoje, foi lançado pela Apple em 2007, com tela maior, finos, touch screen e antena embutida. As telas dos celulares que o antecederam eram pequenas e somente permitiam textos.

Quais os danos o smartphone pode causar à sua visão? Muitos. Por isso, convido o leitor a conferir a seção bem viver, na página ao lado, onde abordo a questão e indico práticas que podem proteger os seus olhos sem deixar de aproveitar o seu smartphone sem prejudicar sua visão.

Estamos em guerra. Queremos paz!

Fernanda Lira - jornalista paulistana que adora o interior

Sabe quantas pessoas morrem numa guerra? Quantos soldados e civis?

Os Estados Unidos vivem em guerra. Não no território deles, mas no territótio dos outros. Mesmo assim, muitos americanos morrem, lutando por sua pátria, numa situação insana de um povo tradicionalmente bélico, que gosta de resolver tudo na bala de fuzil.

Guerras são sinônimo da intolerância. Do ódio exacerbado. Da incapacidade do racio-cínio humano que deve concentrar seu foco no bem vital, ou seja, na vida, não na morte.

O Brasil está em guerra. A epidemia provocada por um vírus em todo o mundo, vem sendo usada pelo presidente da República do Brasil para promover uma guerra onde o sangue não escorre em tiros de bala. Ele seca à base da morte epidêmica. Também não se trata de matar um inimigo externo. As vítimas somos nós, o povo brasileiro.

Estamos de ter 400 mil pessoas abatidas pela epidemia no país. E o presidente da República do Brasil (o nome dele é proibido neste periódico) é o responsável por termos chegado a esse contingente humano sacrificado por seus delírios negacionistas, que nenhuma ideologia é capaz de explicar. 

Desse total, pode ter certeza, a maioria é de pobres, afinal, somos um país de muita gente sem recursos, ainda mais nos tempos atuais, quando os índices de pobreza também aumentaram graças ao desgoverno federal.

O sujeito que lidera essa matança já provou ser incapaz de sentir qualquer empátia pelo povo brasileiro que o elegeu. E  precisa ser deposto. Ele já era sabidamente uma versão piorada do sanguinário monstro que sucumbiu promovendo o nazismo na Alemanha da Segunda Guerra Mundial. Ele deu inúmeras provas disso. Mesmo assim, um povo majoritariamente equivocado, levado, como é cultural no Brasil, a seguir a elite como se isso colocasse a todos em pé de igualdade, o colocou no poder.

Já passou da hora desse sujeito monstruoso desocupar a vaga. Já passou da hora de acabar essa matança impune de brasileiros.

Cabe aos que se declaram “a direita do país”, que tanto usou o verde-amarelo da pátria, que tanto teimou no “se errar a gente tira”, assumir o erro que cometeu e tratar de consertá-lo. Já basta da omissão. Do descaso.

Ainda estamos em abril de 2021. Até que termine o atual mandato presidencial, quantos brasileiros serão abatidos pelo atual desgoverno brasileiro?

Qual a intenção dessa gigante massa que se intitula “a direita brasileira”? Dizimar o país de sua gente? Acham, por acaso, que os crimes desse presidente e a omissão de seus eleitores ficarão impunes?

O mundo está assistindo, horrorizado, à inexplicável tragédia brasileira. E vai cobrar, das maneiras mais justas e injustas, essa postura dos eleitores do atual presidente da República do Brasil. Já não somos mais bem vistos.

O Congresso Nacional, predominantemente representante dos eleitores do sujeito que ocupa a presidência da República do Brasil, está aí, omisso, aguardando seus eleitores tomarem as ruas pelo impeachment. Algo, aliás solicitado em mais de 100 pedidos que estão à mesa do presidente da Câmara dos Deputados, todos elencando os crimes e irres-ponsabilidades do genocida que desgoverna este imenso país..