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Edição 176 - Setembro/20

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Hábitos da quarentena que vieram para ficar

Sabe aquele velho jargão que diz que ou aprendemos com amor ou com a dor? Pois ele ilustra muito vem os hábitos que levaremos adiante, mesmo quando todo o cenário AINDA ALARMANTE de pandemia acabar.

Home Office – Muita gente já vinha trabalhando assim, especialmente em empresas mais modernas. Com a facilidade gerada por apps de salas virtuais, wi-fi e outras tecnologias acessíveis, isso tende a se tornar uma prática regular. Muitas empresas perceberam a economia que o home office significa, inclusive na manutenção de grandes espaços e subsídio ao transporte de colaboradores. Para quem está em casa, requer disciplina, mas gera uma economia de tempo fácil de se habituar, além de outras vantagens como roupas, gasolina e tempo de ir e vir. Quem tem filhos tem ainda a vantagem de estar em casa e poder supervisionar a rotina deles.

Álcool em gel – Muita gente já usava o álcool em gel para se proteger, especialmente quem usa transporte público. É um hábito que deve permanecer, pois ele realmente nos livra de muitas contaminações. Usar antes e depois de ir a lugares públicos fazer compras, quando se toca em tudo, é uma medida indicada com ou sem pandemia. Quando se vai visitar alguém com recém-nascidos, é item essencial.

Máscaras – Muito prática e capaz de evitar muitas contaminações, a máscara tem vantagens para quem anda em ruas e estradas, inclusive de terra. Você deixa de respirar poeira e fumaça de escapamentos (sim, muitos carros passam deixando uma fumaça preta pelo caminho). Então sair de máscaras deixou de ser um tabu. Muitos ainda resistem colocando no pescoço, mas quem se adaptou tende a usar em algum momento ou com regularidade. É um item muito educado na visita a recém-nascidos. Ainda mais se você resolver pegar no colo.

Higienização da casa – Limpar a casa é um hábito de qualquer época que ganhou um jeito mais prático com a pandemia: poucos e eficientes produtos. Ou seja, em vez de gastar com novidades, o velho e bom álcool e cloro são as melhores pedidas. O vinagre de álcool com mais acidez, indicado pra limpeza, entra na lista. juntos, esses 3 itens são mais do que suficientes para manter qualquer lugar limpo. A aromatização fica por conta de se acrescentar itens naturais, como ervas, sementes e cascas de frutas.

Limpeza de sapatos e acessórios – Dificilmente você vai querer entrar com o sapato sujo dentro de casa depois de passar mais de seis meses limpando ou tirando antes de entrar. Os tapetes emborrachados com ranhuras e altura para comportar mistura de água sanitária com água vieram para ficar. Um hábito que só faz bem à saúde. Quanto aos objetos como bolsas e celulares, que a gente coloca em todo lugar, o hábito do spray com álcool 70º ou 92º diluído em água deve permanecer. Assim como borrifar bancos do carro, mesas,  e móveis da casa. Nada de colocar bolsa onde alguém pisou ou sentou e não dar uma borrifada depois. O mesmo vale para outros itens que que costumamos carregar por aí.

Partilha de celular – Ainda hoje os mais desligados da proteção insistem nesse péssimo hábito. O celular é imundo das suas bactérias. Deixar que outra pessoa utilize significa que ela vai se contaminar com as suas e devolver o aparelho acrescido das dela. É algo que nunca deve ser feito. No caso de necessidade, usar o álcool gel que está na bolsa.

Gastos desnecessários – Quanta coisa você deixou de consumir nesse período de epidemia? Quanta coisa você se deu conta que não precisava comprar? O consumo é um dos atos mais fáceis de se adquirir (veja no 360 de agosto) e difíceis de evitar. Mas… tudo que deixamos de fazer por uma longa temporada, torna-se hábito. Deixar de consumir sem pensar é um deles. Vale a pena manter.

Endividamento – Consequência da queda do consumo, o endividamento sumiu da vida de muita gente. Aproveite e fique longe dele.

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