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Edição 176 - Setembro/20

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É tempo de plantar

A natureza é soberana e está cada vez mais provando quanto é importante na vida do homem moderno.

Só ela pode manter o planeta capaz de abrigar o homem.

Só ela é capaz de refrescar sem comprometer nossa saúde.

Só ela pode nos prover daquilo que mais precisamos: água.

Só ela também é capaz de deixar qualquer lugar mais belo.

Aproveite a Primavera e plante árvores, arbustos e flores.


1_Escolha do Local

Calçadas_ A árvore de calçada proporciona conforto ambiental, além de servir como filtro para a construção. • A calçada ser larga o suficiente para não impedir o trânsito de pedestres e usuários com necessidades especiais. A largura mínima recomendada é de 2,50m. • As construções preferencialmente não devem estar alinhadas à calçada. • Quando há fiação elétrica, exige espécies de porte pequeno para evitar acidentes. • É indicado verificar se há rede hidráulica no local escolhido da calçada. Quintais_ Neste espaço a árvore integra a área de lazer e convivência da família. • Geralmente possuem maior espaço, permitindo mais liberdade para a localização de cada espécie plantada e o plantio de árvores mais frondosas. • Em prédios comerciais, locais onde há árvores podem ser utilizados como local de descanso para os funcionários. Praças_ Proporciona conforto ambiental e valorização do cenário. • Geralmente as árvores de praças possuem canteiros generosos intercalados com acessos e iluminação. • Deve valorizar elementos construtivos (bancos, coretos, fontes etc.) ou esconder defeitos (caixas d’água, construções).   2_Escolha das Espécies As interferências que a árvore pode causar devem ser analisadas previamente para que ela não se transforme em problema. Critérios de plantio ideal para cada lugar: • Raiz pivotante: para evitar danos às calçadas, redes hidráulicas e elétricas subterrâneas, alicerces, muros etc. • Porte adequado: deve ser pequeno se estiver embaixo de fiação aérea ou médio se não estiver. • Folhas miúdas: mais indicadas para evitar o entupimento de calhas. • “Caducas” ou “semi caducas”: derrubam as folhas na estação seca. • Frutos: pequenos e que não se desprendam com facilidade. • Atrativas: principalmente para as crianças. • Fonte para pássaros:  Alimentar os pássaros urbanos é muito legal. • Aspecto compatível com a finalidade desejada.    

_ para Calçadas:

Pequeno porte:

• Falsa Murta (Murraya exótica)_ exótica

• Sabão de soldado (Sapindus saponaria) _nativa

• Aroeira pimenteira (Schinus terebinthifolius)_nativa

• Aroeira salsa (Schinnus molle)_nativa

• Ipê verde (Cybistax antisyphilitica)_ nativa

• Aleluia (Senna macranthera)_nativa

Médio porte:

• Merindiba rosa (Terminalia brasiliensis) _nativa

• Algodão da praia (Hybiscus pernambuscensis) _nativa

• Quaresmeira (Tibouchina granulosa)

_nativa

• Ipê amarelo (Tabebuia spp)_nativa

• Canelinha (Nectandra megapotanica)

_nativa

_para Quintais:

Pequeno porte:

• Cítricos em geral _para pequeno pomar

• Marolo (Annona crassiflora) _ frutífera/ nat.

• Grumixama (Eugenia brasiliensis)_nativa

• Uvaia (Eugenia pyriformis)_nativa

• Cabeludinha (Myrciaria glazioviana)

_nativa

• Cambucá (Plinia edulis)_nativa

Médio porte:

• Amora branca (Maclura tinctoria)_nativa

• Cereja brasileira (Eugenia involucrata) _nat.

Pequeno/Médio porte:

• Pitanga (Eugenia uniflora) _nativa

• Jaboticaba (Myrciaria trunciflora) _nativa

• Araticum (Rollinia spp) _frutífera

__ para PRAÇAS e locais amplos

Médio/Grande porte:

•Sibipiruna (Caesalpinia peltophoroides)

• Canafístula (Peltophorum dubium)

• Mulungu (Erithrina spp)_ várias espécies

• Quaresmeira (Tibouchina granulosa)

• Timburi (Enterolobium contortisiliquum)

• Pau de viola (Cytharexyllum myrianthum)

•  Araucária (Araucaria angustifolia)

_risco de extinção

• Ipê roxo (Tabebuia spp) _várias espécies

• Ipê branco (Tabebuia róseo-alba)

• Pau ferro (Caesalpinia ferrea

(leiostachia) Var. férrea)

• Olho de cabra (Ormosia arborea)

Manutenção de grandes árvores

Muita gente promove a derrubada de árvores dentro da área urbana. Sob o argumento de que colocam em risco casas, carros e pessoas, árvores de grande porte que resistem ao tempo, como a Sibipiruna, muito comum na região, são extirpadas. As razões na maioria das vezes são causadas pela falta de manutenção anual que esse tipo de árvore requer, a fim de retirar pragas e outras doenças que possam comprometer sua integridade.

Outra questão importante é o replantio. Quando realmente afetada por podridão ou cupins, é indicado replantar mudas da mesma espécie já em tamanho adequa-do para que cresçam com segurança. A substituição por mudas de árvores de menor porte ou menos frondosas resultará no aumento da temperatura daquele espaço. E quando isso é feito em larga escala, afetará toda a cidade. Confira as dicas do saudoso especialista Elias Sahade Jr para evitar a derrubada das árvores:

Plantio de árvores de grande porte

1- Fazer uma cova (buraco) compatível com o tamanho do torrão e construir uma mureta em volta com a profundidade necessária para que a raiz cresça para baixo evitando estragos a calçadas e edificações. Quando isso não acontece e a raiz cresça para a calçada, deve-se fazer uma poda bastante criteriosa para que a árvore não perca a estabilidade.

Árvores adultas e em crescimento:

    1- A cada ano, fazer a poda de formação, quando se dá à muda a configuração desejada, como galhos altos e ramificações acima de 2,5m.

2-  Na poda anual também devem ser retirados os galhos secos e os que “cruzam” a muda de um lado para outro.

3- Nos cortes de galhos vivos deve-se passar algum produto para cicatrizar, como calda bordalesa, encontrada pronta no mercado.

Obs.: É importante que a prefeitura ou empresa contratada para fazer a manutenção das árvores, incluindo as podas, conte com um técnico que realmente conheça os problemas e possa apontar soluções de preservação eficazes.

 

Viveiros municipais e particulares fornecem mudas para quem vive no campo e na cidade

Viveiros municipais de mudas nativas criados para suprir
moradores das áreas rural e urbana é uma prática bastante comum e capaz de
promover a arborização de for-ma acessível e adequada. Confira como funcionam
os viveiros de algumas cidades da região 360:

Assis: a retirada de

mudas é gratuita e obtida através de requerimento junto à Secretaria de Meio
Ambiente. O morador deve apresentar também documento com foto e comprovante de
endereço.

contato: Secretaria de Meio Ambiente – f: 18 3324.2556.

Flora Vale: credenciada

na Secretaria Estadual do Meio Ambiente, a Associação de Recuperação Florestal
do Médio Paranapanema Flora Vale promove a reposição florestal na região. Além do viveiro florestal, atua no fomento florestal junto aos proprietários rurais.  Promove doação de mudas nativas e exóticas.

contato :www.floravale.com.br – f: 18 3322-2996

 Cândido Mota:  O viveiro funciona junto com uma horta e atende moradores da cidade. A retirada de mudas é gratuita mediante apresentação de requerimento que  pode ser retirado na Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente. contato: Secretaria de Meio Ambiente – f:

18 3341-5237 (Wilson).

Ibirarema: o viveiro

oferece cerca de 26 espécies de mudas nativas para área urbana e rural,
distribui-das gratuitamente para moradores da cidade. Também atende pessoas da
região. Neste caso, o morador deve fazer um requerimento junto à prefeitura da
sua cidade e depois entregar para a retirada da muda direto no viveiro.
contato:  Departamento do Meio Ambiente –
fone 14  99886.3659.

Cerqueira César: O

viveiro não é municipal, mas atende moradores da cidade. Funciona por meio de
uma parceria entre a Usina Rio Par-do e a APAE. Para retirar mudas é preciso
levar 25 caixas de leite vazias. contato: 14 3711.1010 (URP) endereço: Rua dos
Jaborandis, 319.

Manduri: O viveiro

municipal oferece mudas de árvores nativas e frutíferas para reflorestar a
cidade. O plantio é feito pela própria comunidade, sem a distribuição de mudas
diretamente para o interessado. O morador deve fazer o pedido na Secretaria de
Meio Ambiente e então a muda será plantada com a presença de pessoal da
secretaria e moradores da cidade. contato: Secretaria de Meio Ambiente – f: 14
3356.9220 (Elenir).

Ourinhos: O viveiro

oferece mu-das nativas urbanas para reflorestamento de ruas. Distribuição
gratuita para moradores, que podem levar até cinco mudas para plantio. contato:
Secretaria de Meio Ambiente e Agricultura – f: 14 3335.7911 (Áureo) – Parque
Ferreira de Sá

Palmital: O viveiro da

cidade pertence à Secretaria Estadual de Meio Ambiente e fornece mudas à
população. contato: Secretaria de Meio Ambiente – f: 18 3351-9335

Piraju: O viveiro EPR é

especialista em mudas nativas e funciona na Fazenda Vó-Vô (rod. SP 261, km
4).  contato:  f: 14 3351.7173 (Pérsio)

Santa Cruz do Rio Pardo:

O viveiro municipal tem dezenas de espécies e mais de 4 mil mudas disponíveis
para atender a população. Quem mora na cidade pode levar até 6 mudas a cada 3
meses. Moradores da área rural podem levar até 20 mudas a cada 2meses. O
viveiro também desenvolve mudas se o morador levar sementes. Neste caso, a
produção é dividida entre o doador das sementes e o viveiro, para atender mais
gente. contato: Natalino – f: 14 3372.9425

Santa Cruz +Verde:
Realizado pela ONG Rio Pardo Vivo em parceria com a prefeitura e empresas da
cidade, o projeto distribui e planta mudas em calçadas e áreas verdes públicas.
Iniciado em 2014, completou sua primeira fase este, alcançando plantio de
  6 mil árvores.

A partir de outubro/20, voltará a atender as solicitações
pelo site. contato: www.riopardovivo.org

São Manuel: moradores da cidade  podem retirar até 25 mudas gratuitamente,
basta fazer um requerimento.contato: Secretaria de Meio Ambiente – f: 14 3841-3882

Cercas vivas para decorar e proteger

O uso de cercas vivas aproxima ou afasta o olhar, aconchega, cria cenários. Um bom projeto de paisagismo ou um bom planejamento de áreas rurais vai, com certeza, fazer uso de algum tipo de cerca viva.

Planejamento – Antes de qualquer plantio, é importante planejar a propriedade rural ou urbana. Procure um profissional o projeto de paisagismo e o planejamento das áreas agrícolas, tendo em mente que o aproveitamento de áreas livres, agricultáveis ou não, devem sempre respeitar o meio ambiente, a água, a fauna e a flora.

Utilidades – A cerca viva tem várias funções. Conheça os tipos de cerca vivas:

• Barreira de Isolamento:  geralmente implantada nas divisas para delimitar a propriedade. Pode ser plantada rente a uma cerca, por exemplo. Como é para impedir a invasão, é bom uma espécie que  tenha espinhos e densa galhada. Espaçamento das covas: 30cm X 30cm. espécies indicadas:  sansão do campo, falsa murta, cedrinho, pingo de ouro, piracanta.

• Barreira Visual: usada no entorno de  áreas de lazer, empresas e sedes de propriedades rurais, promove sensação de maior conforto e privacidade. Espaçamento indicado: 50 X 50cm.  espécies indicadas: falsa murta, tumbérgia, ixora, hibisco, bananeira ornamental, legustro, bambu mimoso, bambu methake.

• Barreiras de Composição: usadas com gramados e jardins, ora salientando, ora compondo com as plantas, ou ainda fazendo a transposição de uma área à outra, não possuem a função de vedar. Geralmente são baixas, assumindo as vezes de “bordaduras” (junto a caminhos, por exemplo). Usadas também como maciços, numa repetição de touceiras. O espaçamento dependerá da intenção do paisagista, indo de 30cm a 3metros.   espécies indicadas:  primavera, alamanda, hortênsia, azaléa, buxinho, espirradeira, strelitzia, capim dos pampas, entre outras.

• Barreiras Lúdicas: Utilizadas em composições do tipo labirinto. O espaçamento é pequeno, entre 20 e 30cm. As espécies, na maioria das vezes, são somente verdes (cedrinhos). Em jardins simétricos, são usadas espécies de pequeno porte em composição de tabuleiros, “rendas”. Neste caso, buxinhos são usados e os destaques são com cedros (referência: jardins do Museu do Ipiranga, Palácio de Versailles).

• Muro Verde: quando não existe um muro, podem ser plantadas espécies que aceitam podas para a formação de topiaria, técnica que dá à planta qualquer conformação. E quando existe um muro, pode-se disfarçá-lo com plantas. Necessitam de tutoramento até atingir o topo do muro e daí devem receber poda constante. espécies indicadas: primaveras, congeias, alamandas, tumbérgias, cipó de são joão, entre muitas outras.

• Barreira Eólica: plantadas para vedarem culturas e construções rurais, protegendo de ventos prejudiciais à agricultura. Muito indicadas para entorno de estufas, para proteger a cobertura plástica. Pode-se usar, inclusive, árvores com “saia” baixa para a função. No caso de árvores, usar espaçamento de 8m. Caso use espécies não arbóreas, usar espaçamento de 30cm, em 1 ou 2 linhas de plantio.  espécies indicadas:  jambolão, amoreira, eucaliptos (árvores), capim elefante, tumbérgia, entre outras.

Execução – Antes de plantar, vale ressaltar que as covas deverão ser preparadas com a adição de calcário, adubo enraizador. Com 30 a 60 dias, deverá ser feita uma adubação de cobertura, com NPK (prefira dias chuvosos). Na primavera e verão, repetir a adubação até que as mudas se “encostem” umas nas outras. Quando as mudas atinGirem de 1m a 1,20m faça uma poda de ponteiros. Isso favorece a brotação lateral e a encorpadura das mudas. Regularmente faça podas de formação para que atinja o porte desejado de maneira uniforme.

Manutenção – A manutenção é muito importante para se alcançar o resultado esperado. Uma cerca viva necessita, no mínimo, de adubação, caso das que são deixadas crescerem livremente. Os outros tipos de cercas, além de adubação, exigem podas tanto para a formação, como para conformação. Uma poda anual no inverno, depois de formada a cerca é o que basta. Um dia de jardineiro, com as ferramentas adequadas, mantém 50m, no mínimo, de cerca viva, considerando-se laterais e  topo.

Conhecendo as espécies: 

• Alamanda: de flores amarelas ou verme-lhas. Dependendo do projeto, tem a finalidade e uso da primavera. Não possuem espinhos, mas formam boa trama de galhos. Necessitam tutoramento e podas de formação.

• Azaléa: arbusto perene com flores em variadas flores, usado como acabamento, arrematando um muro ou sebe. Floresce no inverno enquanto a maioria das plantas estão em estado de repouso. Experimente usá-las em caminhos, junto a espelhos de água.

• Bambu mimoso: formam uma bonita cerca viva. Possui folhas verde-limão delicadas e numerosas. Seus troncos são bastante flexíveis e criam um movimento bastante delicado conforme a brisa. Se houver um “paredão” verde escuro atrás destes bambus, o cenário será harmonizado.

• Bambu methake: muito usado em residências, rente a muros de divisa e com circulação estreita pelo fato de ser ereto e muito menos flexível que o bambu mimoso.

• Bananeira ornamental: de crescimento rápido, desenvolve-se através de rizomas, “caminhando” e formando touceiras densas e com um colorido típico. Exige manutenção para o direcionar crescimento. Quando usa-da em jardins, em maciços, deixá-la crescer que formará um foco bastante interessante.

• Buxinho: arbusto de folhas “duras” e verdes indicado para bordaduras. Não perde as folhas e tem um crescimento bastante lento. Aceita muito bem a topiaria.

• Capim elefante: utilizado como quebra vento de estufas por terem um rápido crescimento e ótimo fechamento. Plante de 2 a 3 linhas no entorno das estufa.

• Capim dos pampas: suas folhas formam touceiras altas e plantadas em linhas destacam-se quando os pendões florais brotam, garantindo a estabilidade das plantas.

• Cedrinho: uma das mais populares. Baixo custo da muda e possui vários tipos para serem usados em diversos tipos de cercas vivas. Aceita muito bem a topiaria. Em podas normais, não exagerar na base da planta porque a brotação inferior é quase inexistente ou muito lenta.

• Falsa murta: espécie com muitos galhos. Crescimento de lento a médio. Floração branca e perfumada com frutificação abundante e atrativa de aves. Convém optar por mudas com porte mínimo de 50cm.

• Eucalipto: presta-se a quebra vento, mas com o inconveniente de derrubar espontaneamente galhos inferiores. Pode-se complementar com outra cerca viva, cobrindo-

se, assim, os vazios da base dos eucaliptos.

• Hibisco: bastante ornamental, de densa folhagem verde escura ou variegada, possui flores grandes e bastante coloridas.

• Hortênsia: serve para bordaduras, com floração abundante azul, rosa ou branca na primavera. Deve ser podada antes do inverno (quando as folhas começam naturalmente a secar é momento de poda). Atinge no máximo de 1m a 1,5m.

Ixora: de crescimento lento, suas flores vermelhas ou amarelas, em buque, são abundantes. Para bordaduras, usar a espécie anã.

• Jambolão: de porte arbóreo, de saia baixa (galhos desde o chão) é muito utilizado como quebra vento de estufas, casas, currais. Atingem até 10m de altura e seu diâmetro chega facilmente a 8m. Frutifica abundantemente e atrai muitos animais rasteiros e aves.

• Legustro: exige espaçamento pequeno para que se forme uma cerca rapidamente. Há 2 espécies: de folhas pequenas verdes ou variegada.

• Pingo de ouro: bastante popular, é muito usada em bordaduras. Se crescer à vontade, ati-ge até 3m de altura, devendo-se ajustar a “largura” das plantas.

• Piracanta: possui galhos finos que se assemelham a espinhos. Seu fruto é uma maçã em miniatura. Para ser usada como cerca viva requer a poda dos ponteiros.

 Primavera: espécie bem popular e das mais bonitas, em várias cores, com brácteas simples ou dobradas. Possui espinho, forma boa trama de galhos, mas necessita de tutoramento e suporte (muro ou cerca). Pode ser plantada em cabeceiras de barrancos e ter crescimento livre, com podas anuais para formar toucerias.

 Sansão do campo: planta espinhenta, de rápido crescimento, com muitos galhos. Resistente a queimadas e podas drásticas. Baixo custo por muda. A largura de uma cerca viva já formada pode chegar até a 8m (considerar esse fato).

 Strelitzia: também conhecida como bico de papagaio e ave do paraíso,suas flores laranja e detalhes em roxo formam nitidamente a cabeça de uma ave. Há tipos de folhas largas e de folhas em forma de lança. Usadas em gramados, compõem muito bem a paisagem. Suas flores podem ser colhidas e usadas em vasos.

 Tumbérgia: há dois tipos, sendo a ereta a mais usada. Sua floração ­atrai beija flor. O outro tipo é trepadeira, necessitando tutoramento até onde possa debruçar-se. 

Exemplo de sobreposição de árvores de rua (sibipiruna, be maior) e cerca viva com três vegetações: canteiro para arrematar,trepadeira para revestir o muro e primavera para decorar, aumentar a altura e a segurança, pois tem espinhos.

Na Special Dog, árvores e cercas vivas fazem todo o entorno externo e dividem setores internos.

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